terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Sem idéia para o título...

Capítulo IV:
"A floricultura"
Era uma floricultura normal, como todas as outras, cheias de plantas, flores, ervas, etc. Tinha até um sininho na porta que avisava quando alguém entrava. Já estando lá dentro, veio um senhor de mais ou menos uns setenta anos, magro, mas aparentemente gentil.
-Bom Dia garotas, o que desejam?
-É... viemos atrás de...
-Senhorita Katty!! Quanta alegria te ver, há quanto tempo a senhorita não vem aqui! Pode deixar que irei comunicar à senhora Carla a presença de vocês.- Foi o velho me interrompendo e abraçado a outra como se já tivesse toda uma intimidade. Vai saber se ele não já deu uns amassos nela antes(kkkkk), zuei.
Pois então, ele entrou numa outra porta que tinha atrás do balcão, logo depois saiu de lá, me chamando, dizendo que a mulher só queria falar comigo.
-Comigo?!-Perguntei.
-Sim, somente com a senhorita.
Uhm! Queria ele ficar sozinho com a Katty? Essas lembranças me fazem rir.
Bati na porta e entrei.
-Quem é você?-Disse logo que botei os pés ali dentro.
A tal mulher estava sentada na cadeira, com uma das mãos sobre a mesa e outra segurando seu cigarro, tava uma catinga só aquela sala. Com um batom vermelhão na boca e vestida numa blusa de seda dourada com uma calça social preta, que combinava com seu cabelo preso e sua melissa, ela deu uma tragada naquele cigarro nojento e olhou pra mim.
-Bom dia, é...Eu vim aqui mais uma moça que conheci, ela perdeu a memória e a única coisa que tinha era uma agenda, onde na última página consta o endereço deste lugar. E dizia qualquer problema ir a essa endereço. E cá estou.
-Uhum...Ok, como conseguiu apagar a memória dela?
-Eu não disse que apaguei...
-Obvio que foi você que apagou, ela não teria coragem de fazer isso consigo mesma.
-É, mas foi sem querer, um acidente.
-Isso não importa agora, o que você quer saber?
-Sobre como ajuda - lá.
-Você leu o livro?- Perguntou, levantando aquela sobrancelha e fumando aquele cigarro. Aquilo já estava me sufocando.
-Li, mas não sei se é verdade.
-É sim, foi a própria Katty que escreveu. Vou te dizer uma coisa garota, isso não é a primeira vez que acontece. Já aconteceram outras quatro vezes, se não me engano. O que você precisa saber, é que de todas você é a azarenta.
Ouvindo tudo muito atenda, mas sem entender o “azarenta”, eu a perguntei.
-Por quê?
-A Katty teve muitas frustrações em sua vida, e então ela se dedicou totalmente ao trabalho de a gente desde que completou seus dezoito anos. Não pensava em outra coisa, dizia ela que era para esquecer, e para comprovar porque ela existia. Só que a muito pouquíssimo tempo ela descobriu uma doença e se afastou do trabalho.
-Doença? Contagiosa?
-Câncer, um tumor no coração.
Continua...

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5 Comentários:

Anonymous Anônimo disse...

caraca, uns dias sem mexer na net e perdi muita coisa do livro :o
rsrs
vou ler, mas e aí? o que estão achando??

27 de janeiro de 2009 às 15:15  
Anonymous Anônimo disse...

UHEOIAHEOIHEOIE.
Não sei se ele é gay. Provavelmente, se ele gostava de apalpar os outros por ai...

parabéns pelo blog!
http://milagredosnovostempos.blogspot.com
(tá atualizado!!)

Beijos.

27 de janeiro de 2009 às 21:10  
Blogger Vinicius Yuri disse...

Seu blog é muito legal!!!

Eu to acompanhando desde essa semana...

Te indiquei um selo, pega lá!

=D

http://greenbedroom.blogspot.com

28 de janeiro de 2009 às 08:42  
Blogger Moscote disse...

Eita que tá ficando bom!!

Beijos e valeu pelo apoio!

28 de janeiro de 2009 às 08:51  
Blogger Luana Gabriela disse...

Nossa, tah ficando baum mesmo^^
to intusiasmada...^^
beeeijo
obrigada por passar em meu blog
beeeijo

28 de janeiro de 2009 às 13:09  

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