Uma lista de filmes para você assistir nas férias (micro retrospectiva)
Vocês querem uma lista de filmes para refletir ou se distrair da melhor maneira nessas férias? Para agradar gregos e troianos, farei uma lista mista. Esses foram os filmes que eu assisti em 2017 e que ganharam um espacinho na minha estante cine e no meu coração. Quase uma retrospectiva. Confira agora:
Logan (2017), de James Mangold
Um filme de drama com ação e emoção para vocês. Logan foi um daqueles filmes que eu chorei e me apaixonei, tanto pelos personagens como pela narrativa e escolhas do diretor. Como eu amo os X-Men, era justo eu amar Logan também. Porém, ele é bem diferente dos outros filmes e não necessariamente obedece a uma ordem cronológica de acontecimentos referente a linha temporal bagunçada dos X-Men. Confiram o trailer dessa história intensa e emocionante que se passa em 2029, com os nossos já conhecidos Wolverine e Professor Xavier. Obs: amo, amo, amo a trilha sonora desse filme!
Bingo: O Rei das Manhãs (2017) de Daniel Rezende
Essa lista está bem eclética, eu sei. Quer um nacional? Toma aí! Bingo é baseado na história real da carreira de Arlindo Barreto, que alegrou as manhãs de muitas crianças brasileiras na década de 1980 com a sua interpretação do palhaço Bozo. O filme é de comédia, e Vladimir Brichta caiu muito bem no papel. Confesso que foi um dos poucos filmes nacionais que eu assisti nesse ano passado e gostei. Bingo mostra um pouco da produção maluca e pautada pela audiência da televisão brasileira, tendo como viés a busca pelo sucesso de um ator desconhecido e que tem uma vida bagunçada, regada a drogas. Adorei! Recomendo.
IT – A coisa (2017), de Andrés Muschietti
Vamos de palhaço de novo? Esse eu confesso que ainda não assisti por uma resistência ao palhaço do mal. Além disso, não gosto de filmes de terror. Questão de gosto. Mas, “It, a coisa” é uma obra que merece exceção. Uma mistura de comédia e terror, suspense e ironia. Produção e interpretação incrível. Fora que é uma obra baseada no livro de Stephen King. Vale a pena fazer aquela pipoca para ajudar na ansiedade durante a exibição do longa. Recomendo não assistir sozinho. Confira aí o trailer.
La La Land: cantando estações (2017), de Damien Chazelle
Um musical com romance e cor para alegrar essa lista. Sou suspeita para falar, já rasguei a seda aqui em outro post (leia aqui a minha crítica). Posso dizer que o filme é lindo, de todos os ângulos. Uma narrativa madura, original, encantadora e embalada por lindas canções. Vale a pena cada minuto. Amo a direção de arte desse filme. Aliás, amo toda a produção, como um todo.
Mãe (Mother!, 2017), de Darren Aronofsky
Termino essa lista com um filme que me fez ficar pensando e refletindo sobre as ideias do diretor ao longo de uma semana, e eu sempre recomendo ele para que eu possa discutir com as pessoas depois. Esse é aquele longa metragem que você ama ou odeia. Eu particularmente amei, e compreendi o filme como uma expressão poética do diretor sobre a sua visão de mundo. Não posso falar muito, se não vai estragar o melhor do filme. Aconselho a vocês também a não ficarem lendo muita crítica antes de assistir ao filme. Vá com a cabeça aberta. Tenho certeza que você vai se emocionar assim como eu, ou não. Além disso, Jennifer Lawrence está da maneira como a amamos. Interpretação belíssima. “Mother!” é um soco no estômago. Poético, delicado, profundo e recheado de significados. Brilhante. Vou deixar o trailer aqui para vocês.
Sei que foi uma lista pequena, mas contempla os 5 dias da semana e também vou deixar de bônus aqui o longa de época Lady Macbeth (2017) de William Oldroyd e a ficção futurística de Blade Runner 2049 (2017) do diretor Denis Villeneuve. Espero que tenham gostado das minhas indicações. Me recomendem filmes também!!!
Eu poderia encher essa resenha de adjetivos. E sim, irei usá-los ao longo do texto. Apesar de toda a fama que o filme ganhou antes e depois do Oscar, principalmente pelas indicações e pela gaffe cometida no anúncio do prêmio mais esperado, La La Land conseguiu me surpreender ainda mais.
Não tinha assistido ao filme ainda, o contemplei ontem à noite. Contemplei mesmo, porque o filme é magnificamente lindo!
Brilhante em seus pequenos e grandes detalhes
Fotografia maravilhosa do início ao fim, você percebe o cuidado dos detalhes em cada take. Um trabalho brilhantemente pensado na pré-produção. Direção de imagem que acompanha a trajetória dos protagonistas, planos sequências bem feitos e dinâmicos que valorizam os movimentos dos atores e dançarinos. Iluminação e direção de arte impecáveis, de uma sensibilidade cativante, e aquela pegada dos anos 1950/60 só torna o filme ainda mais encantador. Me fascinou desde a primeira cena.
Não, não é um musical chato. Como gosto de musicais, esse não é um problema para mim, mas quem não é adepto ao gênero eu recomendo da mesma maneira, o filme te impressiona de diversas formas.
Que trilha sonora! Toda a trilha (efeitos sonoros, ambientação e trilhas musicais) são bem trabalhada e envolventes com a narrativa, bem no estilo WHIPLASH, não é a toa que ambos os filmes foram dirigidos pelo mais novo diretor a levar o Oscar,Damien Chazelle.
Os protagonistas te conquistam ao longo do filme, e você sente uma conexão natural entre os dois atores (Emma Stone e Ryan Gosling), como quem acompanha um romance nascendo desde o primeiro momento. Já gostava do casal pelo filme Amor à Toda Prova (título em inglês Crazy, Stupid, Love) de 2011. Aliás, recomendo esse filme também. E percebo que eles evoluíram bastante em La La Land: atuação convincente e emocionante. Você logo passa a torcer pelo casal e suas conquistas.
O legal do roteiro de La La Land é que você entende a alma dos personagens, seus conflitos internos e suas escolhas. É uma história madura, mesmo sendo um romance.
Não subestime o longa!
Aquela canção linda não sai da minha cabeça: City Of Stars (amei Late For the Date também). Linda, linda. Não sei explicar, só sei que amei. Posso ouvir 10 vezes seguidamente. Mereceu todos os Oscas que recebeu. Irei deixar o vídeo no final do post para você se apaixonar pela canção, assim como eu.
Mais parecido com Cantando na Chuva do que com Ritmo Quente, La La Land é único, mesmo com suas diversas referências que cativam ainda mais os fãs da sétima arte.
Recomendo demais! Assista.
E para quem já assistiu, compartilha comigo a sua opinião.
Creio que vocês já tenham ouvido falar sobre o filme Zootopia.
Como a cerimônia do Oscar está próxima, e Zootopia é um dos favoritos a ser
indicado a estatueta de melhor animação (será?), vou fazer um breve comentário
sobre esse filme tão fofinho, cheio de lições e referências, para despertar em
quem ainda não assistiu a vontade de conferir.
Primeiramente (não gosto dessa palavra, mas irei usá-la
hoje), vamos à sinopse:
Zootopia é o nome de uma cidade bem diferente, quase que utópica,
em que animais de diferentes espécies convivem em harmonia. Como a própria personagem
principal diz: lugar onde os animais superaram seus instintos.
Lançado em Março do ano passado (2016), a história é contada
pelos olhos da pequena coelha Judy Hopps, que sonha desde criança sair da
fazenda de cenoura de seus pais, para ser policial na cidade grande, Zootopia (“onde
você pode ser o que quiser”).
Já nos primeiros minutos do filme você fica encantada com a
força de vontade da pequena Judy, que cria um próprio desafio a si mesma:
enfrentar os preconceitos e ser a primeira policial coelha de Zootopia.
Porém, quando enfim ela se forma na academia de policia e se
muda para a cidade grande, percebe que nem tudo é tão lindo quanto imaginava. A
vida na cidade grande não é fácil. Mas ainda assim, a Judy não desiste. E corre
atrás do sonho de ser reconhecida pelo seu trabalho.
Judy então, se mete a resolver um caso complicado: o
desaparecimento de um “civil”. Com a ajuda de uma Raposa, cheia de malícias e
truques, ela descobre uma conspiração que envolve toda a grande cidade.
Só aí já percebemos muita coisa legal. A personagem Judy é
uma coelha, que apesar do tamanho, procura conquistar seus objetivos com muita
garra e coragem, mesmo sofrendo com o preconceito e a manipulação dos outros
animais. Além disso, Judy tem que enfrentar a pressão de seus pais, que a
querem por perto, na fazenda de cenouras, onde eles acham ser o lugar mais
seguro e feliz para ela.
Apesar de tudo que enfrenta, a história de Juddy é muito
interessante e realista. Nos mostra que podemos realmente vencer as barreiras e
conquistar nossos sonhos. Só que, para isso, é preciso perceber e ter a
consciência que nada é tão fácil assim, e que precisamos ser cautelosos.
Amei a animação, indico para toda a família assistir. Bem
divertido, criativo, emocionante, reflexivo e com criaturinhas muito fofas. Ah!
Tem também a trilha sonora interpretada pela Shakira (que eu amo). Vou deixar
um videozinho aqui para vocês.
Espero que tenham gostado do meu comentário sobre o filme.
Assistam e voltem aqui para me contarem a opinião de vocês.
Nesse vídeo falo um pouco sobre o filme do diretor Jaco Van Domael de 2009, produzido na Europa. Sr. Ninguém (Mr. Nobody) é um daqueles filmes que se encaixam na categoria fora do convencional. Se você curte ficção científica vai querer assistir esse longa.
CONFERE ESSA DICA E DÁ UM LIKE NO VÍDEO! Se você ainda não se inscreveu no canal, se inscreve! Me conte o que achou.
Oi meus amores! Como vocês estão? Eu resolvi entrar na onda dos youtubers, e criei um canal para o blog. Ainda estou me familiarizando com esse universo. Por isso, peço a vocês que também estão no YouTube para se inscrever em meu canal e também compartilhar os seus conhecimentos sobre essa plataforma comigo.
Como eu amo filmes, séries, livros e videoclipes, resolvi fazer o canal voltado para esses temas. Por isso, o vídeo de Dezembro é para apresentar as estreias mais aguardadas desse fim de ano. Confiram e me contem o que acharam.
Compartilhe comigo o seu canal. Bjoos e até o próximo vídeo.
Vontade de assistir a um filme de fantasia e neve. Que tal Harry Potter? Droga, meu pendrive está com vírus. Alguém ai viu uma caneta? Primeiro post do ano. Parabéns, não está falando de sua vida amorosa! Faz tanto tempo que não escrevo que demorei pra encontrar uma caneta. Pela casa inteira encontrei lápis de cor, hidrocor, pilotos, grampos... menos uma caneta. Depois de longos segundos de agonia encontrei uma nas coisas de costura da minha mãe. Sem bocal.
O vento que sopra na varanda me lembra passeios de praia, queria uma salada de fruta bem gelada agora. Tantos pensamentos, tanta coisa pra falar, e nada pra dizer. Que em 2015 não nos falte palavras. Nem coragem para dizê-las. Sinto uma necessidade incontrolável de ver belas paisagens. Isso é algo incomum? Cheiro de tinta fresca... Isso é bom.
As coisas muitas vezes não precisam fazer sentido, ou ter razões. Temos que parar com isso. Que em 2015 possamos, sentir, cheirar, gritar, sorrir, sem censuras. Que possamos vestir aquele jeans que as pessoas dizem ser antiquado. Que possamos ser mais sincero uns com os outros e com nós mesmos. A falsidade é coisa de gente medíocre. Medíocre significa pessoa de pouco talento ou merecimento, inexpressivo. Por isso esse ano quero ouvir menos e falar mais, é! Sempre aconselham o contrário, e ouçam elas, pois estão certas. Ou seja, esse não é um blog de boas maneiras. Que fofo! Minha prima está com a camisa do Peppa Pig! Quero uma.
Bom, Feliz Ano Novo para nós escritores e leitores, todos queridos Peppa Pig's.