quarta-feira, 13 de maio de 2015

Piadas ao vento


As boas maneiras estão em extinção. Não só as boas maneiras, mas a educação em si parece regredir. Volta e meia quando entro no ônibus cerca de duas pessoas, no máximo, cumprimentam o motorista e o cobrador, sendo que sempre existe uma fila de no mínimo dez pessoas para pegar o mesmo ônibus. Outra questão que sempre anda em vigor é o fato de gestantes e idosos terem prioridade nos assentos do ônibus, e raras são as vezes que vemos alguém ceder o lugar. Ou quando um homem dá a passagem a uma mulher, para esta passar a sua frente. Não digo em filas de banco, nem nada disso, mas tem lugares que as boas maneiras parecem se esvair como a fumaça do bule de café. 

O título desse post surgiu de um comentário entre eu e os meus colegas sobre as piadas que as pessoas soltam no ar, mas que no fundo tem seu alvo. Como aquelas que ficam horas e horas na fila do Banco esperando para serem atendidas e, quando já não aguentam mais, começam a cochichar uns com as outras ou simplesmente reclamar com fantasmas, sobre a demora e o descaso do banco em relação aos seus clientes. Mas no fundo ninguém faz nada de fato! 

Gritar, espernear e falar mal com um fantasma não vai mudar nada gente! Ficar falando para o fantasma dentro do ônibus que as pessoas não tem educação para ceder um lugar a você que é idoso ou gestante, não vai te fazer conseguir um acento. Enfim, chame alguém especificamente. Diga: Jovem você poderia me ceder o lugar onde você está sentado, pois é lei e eu tenho direito a esse acento. Ponto, simples assim. Ou quando estiver no Banco, em vez de resmungar, chame o gerente e diga a ele o que está te incomodando, ou escreva uma reclamação, enfim, faça alguma coisa que seja eficaz. Piadas ao vento não resolvem nada, tentar entrar em um acordo com as pessoas que estão envolvidas no problema é a melhor solução.






#BoaSemanaGalera!

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terça-feira, 3 de março de 2015

Diga não a perfeição estética!



Estou cansada! Cansei, definitivamente, cansei. Cansei de ser comparada a outras mulheres, cansei de ler revistas de moda, cansei de ir ao cabeleireiro, cansei de querer desesperadamente produtos de beleza que me prometiam o incansável, cansei de pagar caro por esses produtos, cansei de assistir propagandas enganosas sobre produtos extraordinários, cansei de ser chamada de "MAGRA", cansei de ser chamada de nerd por usar óculos, cansei de me olhar no espelho e não me achar suficientemente bonita para sair de casa.

Ufa! Cansei de cansar de tudo isso. Terei que tomar providencias drásticas. Nada de manipulação da mídia sobre a minha estética! Manipulação, não!

Diga não as mulheres saradas e aos produtos de beleza milagrosos! Essa semana eu estava olhando para as minhas unhas e percebi o quanto elas eram bonitas sem esmalte. Milagre? Problemas visuais? Não. Apenas comecei a me amar na minha forma mais sincera. Por quê você diz "sincera" em vez de "natural"? Porque ser sincera consigo mesma é ser natural. E não estou procurando poetizar nada aqui. Esse é um desabafo e logo farei outros, quero tomar o poder da minha beleza. E não ficar querendo ser a copia fiel de ninguém. Abaixo a imitação!

Um beijo e um queijo queridas.

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

"Pro dia nascer feliz..."

Acabo de comer uma cenoura e por incrível que pareça isso é algo que sempre me inspira. Já tinha ouvido falar que cenoura é boa para muitas coisas, mas para dar inspiração é novidade. Aliais o meu caso com a cenoura é coisa das antigas, veja aqui. Falando em comida, saudável ou não, férias é uma coisa que dá fome. Nunca vi... Acabando com a cenoura já engato em um outro caso secreto com o biscoito doce e o mel. Que juntando o doce com o mel nos abre um portal de arco-íris ao mundo de Thor (isso foi um exagero, concordo!).  Falando em Thor... Quem é atraído pelos músculos desses caras que não fazem mais nada da vida além de pegar peso e olhar para as novinhas na academia?
Enquete rápida:

Mulheres cultas 15%
Mulheres incultas 35%
Outros 50%
É o povo quem diz! Lavo minhas mãos...  As pessoas hoje em dia (clichê) estão tão incomodadas com tudo. Acordam incomodadas com o cabelo da apresentadora do jornal da manhã, com o fato do pão da padaria ter chegado mais queimadinho, do queimadinho ser um termo usado por alguns para se referirem a pessoas negras (justo se indignar com isso), das pessoas mais gordinhas que não gostam de serem gordinhas, do torresmo da feijoada odiar feijoadas... Enfim é muita indignação para apenas uma manhã! Vamos acordar com calma meu povo. Peace and Love, anos 70 de volta ai trazendo a moda átona. Faltam pessoas zens nesse mundo. Vamos lançar uma campanha: #hastag #porquêtanamoda #Porumpovomaisdeboa!

Bjonoqueijotudojunto.


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terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Votos para 2015!


Vontade de assistir a um filme de fantasia e neve. Que tal Harry Potter? Droga, meu pendrive está com vírus. Alguém ai viu uma caneta? Primeiro post do ano. Parabéns, não está falando de sua vida amorosa! Faz tanto tempo que não escrevo que demorei pra encontrar uma caneta.  Pela casa inteira encontrei lápis de cor, hidrocor, pilotos, grampos... menos uma caneta. Depois de longos segundos de agonia encontrei uma nas coisas de costura da minha mãe. Sem bocal.

O vento que sopra na varanda me lembra passeios de praia, queria uma salada de fruta bem gelada agora.  Tantos pensamentos,  tanta coisa pra falar, e nada pra dizer. Que em 2015 não nos falte palavras.  Nem coragem para dizê-las. Sinto uma necessidade incontrolável de ver belas paisagens. Isso é algo incomum? Cheiro de tinta fresca... Isso é bom.

As coisas muitas vezes não precisam fazer sentido, ou ter razões.  Temos que parar com isso.  Que em 2015 possamos,  sentir, cheirar, gritar, sorrir,  sem censuras. Que possamos vestir aquele jeans que as pessoas dizem ser antiquado. Que possamos ser mais sincero uns com os outros e com nós mesmos. A falsidade é coisa de gente medíocre.  Medíocre significa pessoa de pouco talento ou merecimento, inexpressivo. Por isso esse ano quero ouvir menos e falar mais,  é!  Sempre aconselham o contrário, e ouçam elas, pois estão certas. Ou seja, esse não é um blog de boas maneiras. Que fofo! Minha prima está com a camisa do Peppa Pig! Quero uma.

Bom, Feliz Ano Novo para nós escritores e leitores,  todos queridos Peppa Pig's.

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domingo, 11 de maio de 2014

24 horas de um longo dia...


Nada como chegar em casa, entrar em seu quarto, tirar aqueles sapatos que oprimiram seus pés o dia inteiro, se olhar no espelho e relembrar momentos de seu dia. Um dia tem 24 horas, porém tem aqueles dias em que acontecem tantas coisas que talvez levassem anos para serem vividos.

Como as lições que tiramos dos filmes. Dá para escrever uma enorme lista de filmes que nos dão lições, desde os desenhos animados até os filmes de terror. Qual a lição que recebemos dos filmes de terror? Bem, não aceitar convites para entrar em casa de estranhos, ter cuidado com os vizinhos, não acreditar em bonecos, correr e não tropeçar quando necessário, escolher algo eficiente para se defender e não pegar somente a lanterna... Enfim, são muitos...

São coisas que talvez só tomaríamos os devidos cuidados após vivenciá-los, mas os filmes nos dão essas lições de forma que não necessitamos passar por isso na vida real, somente na poltrona do cinema ou no sofá da sala, de preferência com um cobertor quente e pipocas amanteigadas. Tem um livro muito legal de Mark Rowlands, chamado “Tudo que sei aprendi com a TV”, é mais ou menos isso que quero dizer.

Odeio comprar guarda-chuva barato, perdem totalmente sua garantia após um dia de tempestade de uso. Em dias de chuva, ou eles nos salvam, ou nos deixam irritados como ninguém. E tem outra, dizem que atraem raios... Mas isso pesa na minha consciência, porque toda vez que jogo algo fora e compro um novo, me imagino cortando bruscamente uma daquelas enormes árvores da Mata Atlântica. Não sei... Talvez seja essa onda de sustentabilidade que nos deixam assim, tão sensíveis.

Bom, dias chuvosos são propícios a assaltos, por isso redobre cuidados, não ande em ruas desertas e leve consigo um guarda-chuva grande e pesado que te sirva como arma. Pode te ajudar!

Agora me vói, tomar banho e um chocolate quente, porque chegar as 21 horas em casa após um longo dia de chuva, requer esses cuidados e mimos comigo mesma.

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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Um dia frio


Confiar é difícil, perdoar nem se fala. Não, não tive nenhuma desilusão amorosa. Falo porque é fato. Desconfio do meu gato quando ele mia incessantemente atrás de mais ração, desconfio que ele esteja abusando de minha bondade como Dona para se entupir daquela coisa que cheira a peixe. Ele usa do meu amor por ele para adquirir mais comida! Ele não se satisfaz com o essencial. Gatos... Metáforas... Nem eu me entendo.

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sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Uma topada por aí...


Se você é daquele tipo de pessoa (tipo?) que acha tudo que tem tonalidade avermelhada nojenta, é melhor não continuar a ler esse texto. 
Enquanto me despedia do meu amor na porta de casa acabei levando uma topada. E aí já sabe. Machuquei a unha do dedão do pé. Isso é horrível, eu sei, posso sentir. Não ficou tão feio quanto imaginam e na hora doeu mais do que quando pus o remédio. Antes de dormir senti um cheiro de ketchup. Não sei se era o sangue, já tinha tomado banho e lavado talvez tenha sido o cheiro do remédio mesmo. Depois o coloquei no ferimento de novo, dessa vez doeu. 
Quando algo doe não dá uma vontade de soltar uns palavrões? Tive essa impressão. 
Espero que amanheça melhor, meu dilema agora é: Como vou fazer para calçar as sapatilhas, será que vai ficar presa no lençol quando for me deitar? Eita nós! 


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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

...


Fato 12: Escrever é sentir. Precisamos escrever mais vezes. 

Adoro escrever muito, encher a página, chamar a atenção. Também amo quando consigo resumir sentimentos, expressões, fábulas e artífices em poucas palavras. Não tão poucas, como as do twitter, mas poucas como as de um curto conto. Contos... Como não sou muito normal, meus contos, ou escritas, também não devem andar na linha. Às vezes escrevo muito, às vezes alguns poucos degraus. O que vale é se a escada serve para alguma subida. Pois escrever também é evoluir. Subir a um patamar de pensadores. 

Bom... Vou ali ouvir Tim maia... 
 “Ah! Se o mundo inteiro me pudesse ouvir tenho muito pra contar dizer que aprendi...”

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Minhas cerejinhas...



 Ganhei essa fofis havaianas ( super amei) em homenagem ao blog. Dá pra ver as cerejinhas? Isso significa que o verão chegou. E o réveillon? Bem, vou passar de Havaianas.


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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Mais um ano


      Sinto falta de escrever mais pro blog. Não por falta de vontade, mas porque o curso também consome meu cérebro. Hoje senti vontade de escrever, então sentei e comecei a pensar em algo que fosse interessante, aí me lembrei da data. Estamos em Dezembro, fim de ano, festas comemorativas, presentes, família... Não tem como entrar no último mês do ano e não me lembrar do quanto Deus me abençoou e esteve comigo todo esse tempo. Não estou aqui para falar que Deus é um banco, que quanto mais deposito mais recebo com juros. Gosto de falar porque, para mim, Deus é como algo bom que acontece conosco e gostamos de compartilhar com as pessoas. É como contar sobre as coisas que conquistamos, quando compramos nossa casa, passamos no vestibular, ganhamos um prêmio... São coisas que não dá pra deixar de contar, a mesma coisa acontece quanto a isso. Não gosto de falar de Deus quando sinto que vou ser mal recebida. Tipo: “Aff, já ouço isso na TV, vamos falar sobre outra coisa mais interessante.” 
Então, se você também pensou assim, sinto muito, hoje não vou me calar. Até porque o blog é meu e eu falo sobre o que eu quiser (tá, calma). Não quero pregar. Ou talvez queira, não sei bem a diferença. A questão é que eu quero compartilhar com vocês como alguém que vocês gostem, não quero ser entrona e forçá-los a me ouvir, ou forçá-los a gostar do que digo. Quero apenas bater um bom papo, agradável, sem bate boca. Mas também sei que às vezes é inevitável. Não vou me alongar mais. A questão é que muitas coisas aconteceram com a minha pessoa este ano, coisas boas e coisas não tão boas. 
Estas coisas foram, quando vi o resultado no portal dizendo que tinha passado no curso que eu queria na universidade, quando comecei a cursar, quando percebi que realmente o curso tem tudo a ver comigo, quando liderei os jovens da igreja, planejar com eles momentos de divertimento e compartilhamento de bênçãos foi muito bom, quando participei de peças do teatro, adorei saber que sou boa interpretando pessoas loucas, quando ganhei o notebook (estava desesperada atrás de um), quando completei mais um ano de vida, quando descobri meu amor, quando percebi o quanto ele me faz bem e os nossos momentos juntos são tão divertidos, quando percebi que coisas ruins, ou melhor, fases ruins acontecem para que tiremos o melhor proveito delas, e assim passemos a valorizar os momentos bons, o quanto a paz entre as pessoas ao nosso redor é importante, o quanto tenho que me doar para isso, quando fui assaltada pela primeira vez percebi que Deus me livrou de coisas piores que poderiam ter acontecido, quando também percebi que o mundo é mais complexo do que eu imaginava e as pessoas também. 
Enfim, muitas coisas me aconteceram, mas eu pude perceber a presença de Deus ao meu lado sempre, Jesus está comigo, como meu melhor amigo, aquele com quem a gente conta as coisas confiando, o amigo que sempre nos dá os melhores conselhos, que ri comigo de coisas bestas e me faz enxergar o mundo com mais clareza, me dando paz e sabedoria. Bom, não vou falar mais se não o texto vai ficar gigante e você, como outras pessoas, vão acabar ficando com preguiça de lê-lo e aí vou ter escrito tudo isso a toa. 

Quero desejar a todos os meus leitores e amigos confidentes, que tenham um ótimo fim de ano, com muito amor e alegria. E um próspero ano novo! (Vamos acertar no presente do amigo secreto hein).

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terça-feira, 22 de outubro de 2013

Uns pingos por aí...


Adoro falar sobre dias de chuva, não sei o motivo. Acho que é porque ficamos mais melódicos. Ou talvez mais desesperados e com medo da morte. Enfim, dias de chuva... 

Hoje foi um desses dias, choveu a manhã toda. Pingos fortes, que batiam no telhado e faziam aquele barulhinho intenso que calou a boca da televisão (poucos conseguem). 

Também faz tempo que não escrevo. Digo escrever besteiras, minhas besteiras favoritas, que com o tempo me fazem sorrir, com a pessoa que eu era e com as ideias que tinha. Porque todos mudamos, evoluímos, amadurecemos, e nossas ideias, nossas revoltas viram boas lembranças. Algumas permanecem mais intensas, outras desaparecem substituindo novas. É o que chamamos de: fases. Fases da vida. 

A escrita é um pincel, onde se pinta como quer. Nunca uma pincelada é como a outra. Existem os protagonistas e os coadjuvantes. E se você nunca pintou com a escrita, experimente e depois me diga, se não é uma poesia. Quem se apaixona uma vez não mais abandona. E eu sou uma prova disso. 


A cada dia também me apaixono mais pela televisão, amo essa máquina, e quero trabalhar com ela, não na forma jornalística da coisa, e sim no entretenimento, mas algo consciente e legal. Nada tão baixo como é hoje. Contudo a televisão é uma caixinha de surpresas e quem sou eu pra falar de algo que ainda não experimentei? 

Falando em medo da morte, assisti ontem Guerra Mundial Z, filminho maneiro! Nunca vi uns zumbis tão realistas. E ao mesmo tempo gritantes como os Perus. Bom enredo, com um pouquinho de suspense válido, e o melhor, o Brad Pitty não foi “comido” pelos zumbis (quem não sabia?)! Nada como um bom filminho em dias nublados. 

Até os próximos pingos de chuva...

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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

O sonho encantado

As mulheres tem uma eterna preocupação:
 o amor, ou talvez, o amado. 

Quando criança nos são introduzidas ideias de seres tão belos e cavalheiros como os príncipes, bem sucedidos e quase sem defeitos, sem mencionar o fato de serem ótimos dançarinos. Então crescemos acreditando neles, que um dia nos encontrarão. Enquanto isso, nos escondemos nos mais altos "castelos", para eles subirem e guerrearem pelo nosso amor. 
 Aí chega a adolescência, e nas ideias mais modernas surgem os Shrek's e as Fionas... "Ai que horror, ele é um ogro!" 
Descobrimos então, que os príncipes são mera ilusão. Os Shrke's são os mais próximos da realidade, apesar dos defeitos e da falta de banho, ele é humano e, apesar de ogro, também ama e quer ser amado. 
 Finalmente, chegamos a fase adulta. Ooooh! Adquirimos a independência (só que não)! Quem precisa de príncipes, ogros? O melhor é ter os fortes caçadores como amantes. E assim somos apresentadas a infidelidade. 
Triste fim de Policarpo...Mas todas as faces passam e com elas todas as frustrações em relação ao amado. Enfim, encontramos alguém que para nós é tão corajoso como o caçador, tão (ao mesmo tempo) ogro e amável que o Shrek e tão perfeito quanto o príncipe. Quando encontrá-lo, querida, esse será o seu amado. E o seu medo íntimo de ficar perdida na floresta sendo refém de bruxas solteironas irá desaparecer. Tudo voltará a ser encantado tanto quanto os contos de fadas. 
Sem deixar de lado o melhor fato, dessa vez querida, é tudo real.


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quarta-feira, 8 de maio de 2013

Desertando o zoológico



Minha mãe está desertando o zoológico que era a nossa casa. É caro leitor, só restaram três de nossa mamada. Bella (minha jabuti) foi a primeira a se mandar, até hoje temos suspeitas de suas viagens, se ela ganhou o mundo, ou o estomago do cachorro vizinho. Ah! Errei a ordem dos fatos, Bella não foi a primeira a ir embora VIVA, pois foram muitos os milhares da mamada que se foi para outro plano, entre eles, meus dois hamsters (leia mais aqui), vários cães e gatos (testifique). Ultimamente minha mãe doou dois de nossos cãodelos para terceiros. E assim ficaram os sobreviventes: 

Shakira; Dandara; Alice e Kita, prazer.
Que lutaram bravamente (ou não) por sua permanência na casa. Esperamos que minha mãe não sinta falta do clima de zoológico e queira criar um chimpanzé (leia artigos semelhantes), torcemos. Não que não goste de animais, é que o cheiro de um zoológico não é lá essas coisas, além de que espantam as visitas. Bom... É isso. 
(Estou doando, secretamente, um de nossos cães, quem se habilita? Por favor, sigilo).

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quinta-feira, 14 de março de 2013

Entrando para a Universidade


Tenho novidades, a novidade é que agora sou universitária. É... Sentiu o cheiro do futuro? Eu senti. Enfim, a primeira impressão é em sala de aula. Colegas jovens, a maioria, empolgados, alguns com um ar de superioridade, do tipo, “o crítico”, que faz comentários sobre o raio de Sol que ilumina as lentes do professor míope. Sacô o saco? Tem aquelas que vem desfilar com suas roupas compradas de um brechó turco. Mas ainda assim tem pessoas legais com os objetivos clássicos de aumentar o seu QI (Quociente da inteligência). Faço parte desse último grupo (é obvio que não me incluiria nos outros). Enfim, o desespero ainda não chegou, porque ainda estou no primeiro semestre. A partir do quarto mais ou menos é que eu devo me auto excluir da sociedade. Enquanto isso não acontece irei compartilhar com vós meus tombos e voos. Até mais.





Curso: Comunicação Social - Rádio e TV. 

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Um brinde a filosofia moderna

O carnaval acabou. E as pessoas ficam com um sentimento de... “E a vida segue”, voltemos a vida normal e aos pensamentos sensatos!
Outra coisa que me chamou a atenção: as pessoas se tornaram filósofas! Engraçado não? Agora se você questioná-las sobre um pensamento filosófico de Freud sobre o gosto dos gatos por azeitonas asiáticas, elas nunca (quem sabe um dia) vão saber debater sobre o assunto. 
Por quê? Porque a moda é você dizer que é culto, não que isso necessariamente signifique que você seja. Afinal isso é só um detalhe, tanto quanto afirmar que o autor de “Só sei que nada sei” é Aristóteles (sendo que na verdade a frase foi dita por Sócrates). Meros detalhes! Quem liga se Sócrates está se debatendo do túmulo? Não, por favor, respeitemos os restos mortais (se houver) do nosso filósofo.
Amigos! Não é preciso falar, postar ou colar frases poéticas para dizer que você é um preguiçoso, ou um medroso de mandingas alheias. Faça seus próprios pensamentos poéticos. Fale sobre os bolos que solaram e te deprimiram, das várias vezes que seu cachorro comeu seu sapato favorito e você teve que meditar para não jogar o cão pela janela. Pois essas ideias e momentos vividos te fez evoluir e... Cara, passar o carnaval em casa é uma honra! Pense que esse foi o tempo que você usufruiu de sua própria presença. Que benção!

Sejamos felizes filósofos da vida (ou não)!

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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Attention !


Fato 08: “A frágil necessidade do ser humano de chamar a atenção pode ser um ponto positivo, do ponto de vista do próprio individuo”.

Engraçado, irônico ou talvez futurista de mais, as ideias para minha pesquisa. Acredite, já ando pensando em minha tese. Como já disse a minha meta é o curso de psicologia. Preciso entender um pouco a mente do ser humano, para poder entender a minha.
 Curto escrever, como podem perceber, e sou boa em teorias psíquicas. O problema é o medo dos gigantes, o medo da turma do “eu sou melhor que você” ou pior a do “não conte com o meu coleguismo” (isso é a tal da positividade em prática).
Tenho uma teoria: de que se você acreditar que todas as possibilidades de dar tudo errado, realmente darão errado, ajuda a alguma coisa a dar certo. A verdade é que eu quero uma boa formação e por isso gosto de pôr as minhas ideias em exposição. Sentindo eu a necessidade de chamar atenção. Não é me vestir de barbie em dia de balada e sair desfilando pelos corredores da universidade, mas trazer bons argumentos e joga-los a mesa. Acho que me sairia bem também como promotora, porém não me acho tão rude pra isso, nem tão falsa para se advogada. Sobrou mesmo a psicologia.
O fato é que não sou só eu que sinto essa necessidade, mas a maioria das pessoas bonitas (hey!). Brinco, todos querem de uma forma ou de outra causar, pôr seu pensamento em evidência, por isso tantas redes sociais. Com tantos posts do tipo: entre salto alto, cabelo longo caros e sandália de dedo, capotes e coques. Fico com a primeira opção, pois sou poderosa e a mentira agrada mais.
Ô vaidade triste! E não me refiro só às mulheres!

Indo para a academia (pois sou do tipo saradão que azara a mulherada enquanto levanto e olho para minha beleza irresistível ao espelho). Sendo que a realidade é outra:

Indo para a academia (pois sedentário como sou, o doutor recomendou a esteira, para a diminuição de minha massa corporal, sexy).
É meus queridos, chamar atenção faz parte da exposição de nossa sociedade as ideias de cada um.
Viva a liberdade de expressão! 

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terça-feira, 10 de abril de 2012

Quem quiser que entenda


Novelas, e a minha falta de tempo para todo o resto do mundo. Confusões, e a chamada “procura-se soluções”. Camomila, e a sua filosofia de sachê. Que comodismo triste!
Cansei de ver o tempo passar. Esse terrorismo de sempre, “Corra, se não ficará para trás!” deixa a gente parada no futuro, perdendo o presente. 
Nossos sonhos e o medo de não alcançá-los. Nossos medos e a vontade de detê-los. Nossas paixões e a vontade de esquecê-los. Resultado? Uma enorme lista de afazeres. 
Aqueles excluídos, riscados de caneta, já foram mais importantes que os grifados. Mas nossas vontades são mulherzinhas cheias de TPM. (Não sabem o que querem).
Que me perdoem as verdadeiras mulherzinhas. Porque estas não sabem nem o significado de uma fila de supermercado numa manhã de domingo. Por isso, encare a realidade e os fatos verídicos. Tudo é meio incerto, tudo é meio complicado, e nada é tão transparente quanto as lentes de contato. Quem quiser que entenda, quem não quiser... Que vá fazer compras numa manhã de domingo.

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segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Instintos

Fato 3: “Confie em si mesma. E em seus instintos.”

Falar em instintos parece ser um assunto bobo feminista. Mas não é, tanto assim. Venho aprendendo ao longo do meu histórico de arrependimentos que tenho que confiar mais em minha voz interna. Aquela que diz: faça isso; não faça aquilo; FAÇA agora! Enfim, alguns chamam de consciência, mas que muitas vezes pode ser confundida com seus “instintos” ou sexto sentido.
Instintos é mais conveniente e não tão terrorístico ou fantasioso quanto “sexto sentido”. E sim, na maior parte do tempo ele tem razão. Tipo, quando ele diz para não guardar as coisas em tal lugar, pois vai acabar perdendo. Ou não comente nada sobre isso com “fulana”, pois ela vai acabar contando para vários “ciclanos”. E por aí vai. Você fazendo toda a besteira possível. Por isso eu digo, ouça sua voz interior, ela é seu inconsciente gritando a verdade nos ouvidos de uma louca surda.
Além de que ela é sua maior incentivadora. Quem te põe pra cima e diz: sim você é capaz. Ah, meu sexto sentido, ou meus instintos, não importa. O que importa é a confiança que tenho que ter em mim mesma. E em minha eu mais esperta.

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

170 milhões


Esse momento merece uma trilha sonora:

Billionaire - Bruno Mars 
Não, não fui a felizarda da Mega Sena. Até porque eu não jogo, só minha mãe mesmo. Eu sei, eu sei, as chances dela ganhar a bolada é a mesma de um chimpanzé dançar conga La conga no Festival de verão. Ou seja, quase nenhuma. Mas quem sabe? Hoje em dia há macacos que interagem bem mais que seres humanos. 
Voltando ao momento “se eu ganhasse os 170 milhões”... 
O que fazer com tanto dinheiro? Disse minha mãe que doaria metade à caridade (a metade? Sei...). Acho que a primeira medida seria mudar toda a família de endereço. Sei lá, hoje as pessoas matam por quarenta centavos, quanto mais por 170 milhões. Mudando todos de endereço, a segunda medida seria ordenar gado. Comprar uma baita fazenda (êh sô!). Com vacas, bois, patos, lagos, riachos, etc. E claro, entre esse meio termo, iria ao shopping só pra fazer umas comprinhas básicas. Carros, imóveis, guarda-roupa, tudo novo. Não se esquecendo de abrir algum negocio. Não só para render a grana, mas para trabalhar mesmo, porque ficar parada envelhece. Fora que só os juros do dinheiro no Banco sairia, em média, um milhão de reais por mês. Nada como um salário desses. 
Mainha iria obrigar a todos da família a fazer uma faculdade. Porque ninguém merece ser rico burro. 
 E você o que faria com essa bolada toda? 
E se depois dessa você voltasse a ficar pobre um dia, meu bem, você merece a cadeia.

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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Só sei.. Acho que nem sei

É tão bom fazer algo que a gente gosta, parece que tudo flui mais fácil. É como quando você convence uma pessoa, que está interessada em um produto, que esse produto é o máximo e será muito útil a ela (sim, já convenci pessoas a comprarem coisas). Falando nisso, estive fora por uns tempos porque estava trabalhando. O mundo real é muito real. As pessoas são mais chatas do que eu havia imaginado. Eu vivo afirmando que o mundo é metódico, mas é péssimo confirmar isso. Como dizia Sócrates, “Só sei que nada sei” e realmente eu não sei e nem quero saber. Não querendo falar mal da vida dos outros, ou apenas falar da vida dos outros, mas já citamos os “outros” tantas vezes que não custa nada comentar sobre seus carros mal lavados. As pessoas levam a vida muito a sério, não a vida, vida mesmo, mas a vida perfeita. Idealizada. Outros não levam nada a sério, se a arriscam a novas loucuras o tempo todo, e enlouquecem a língua de senhoras da vizinhança. Há ainda os que nem sabem o que significa essa palavra tão repetida nesse texto filosófico chato.
Pelo menos essas ainda têm chance de ocupar ou reescrever o espaço que ainda está em branco no seu glossário humano. Chances. Palavra perturbadora e esperançosa. Estou falando muito de palavras, isso já ta virando clichê. E, não estou gostando disso. Por isso vamos ficar por aqui. Quem sabe no próximo texto eu fale de milhos. Milhões de milhos.

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